Fala pessoal, tudo bem?  Vamos conversar um pouco sobre educação financeira e investimentos?

Esse tema está se tornando cada vez mais frequente.  Isso porque, com a mudança verificada em nossa economia, os brasileiros também mudaram seu comportamento: antes, estávamos acomodados com os rendimentos da querida poupança, mas hoje os investidores buscam segmentos mais atrativos, considerando que a poupança sequer remunera a perda causada pela inflação.

E esse cenário está favorecendo a busca de conhecimentos por um assunto que antes poucos tinham interesse: educação financeira.   

Até bem pouco tempo atrás, apenas 0,5% dos brasileiros investiam em bolsa de valores (enquanto que nos Estados Unidos, esse percentual é de aproximadamente 60%).  Atualmente, já somos mais de 3% de investidores.  Um aumento significativo, apesar de ainda tímido. 

Educação financeira não se trata somente de investimentos em bolsa de valores, como muitos supõem, mas sim noções, ainda que básicas, de economia e de como cuidar melhor do dinheiro.

E não se pode falar em educação financeira sem falarmos em disciplina e objetivos.  Se quisermos nos tornar investidores, será necessário disciplina para equilibrarmos nossas finanças, para que tenhamos recursos para investirmos.  E essa consistência fica mais fácil se tivermos objetivos, de curto, médio e longo prazos.  

Para T. Harv Eker, no seu livro “Os Segredos da Mente Milionária”, “o principal motivo que impede a maioria das pessoas conseguir o que quer é não saber o quer”.  Então, um dos principais desafios para nos tornarmos investidores conscientes e consistentes será a mudança de comportamento.

E para sermos disciplinados, uma estratégia será dividir nossa renda em várias “contas”, destinando, no mínimo, 10% para a “conta investimentos”.  Vejam que não se trata de guardar o que sobra, mas ter disciplina para reservar uma parte dos ganhos para investir.  

Essa reserva vai proporcionar, inicialmente, o que chamamos de “reserva de emergência”, que é o que te dará mais tranquilidade para investimentos mais diversificados.  Mas isso fica para nossa próxima conversa. Até lá!