Era uma vez um país... era uma vez uma imensa extensão territorial, uma natureza exuberante, um clima privilegiado, um subsolo rico, mananciais abundantes, um povo guerreiro, criativo, forte, imbatível... era uma vez o BRASIL.

Era uma vez um país que, em face de sua grandeza e viabilidade nos aspectos imprescindíveis ao futuro da humanidade, vem sendo, desde seu descobrimento,  vilipendiado e usurpado em suas riquezas tanto materiais quanto impalpáveis. 

Alvo da cobiça de nações que já depredaram a própria natureza, ao longo dos tempos,  e hoje têm olhos ávidos de nossas riquezas; cobiça e avidez estas mal disfarçadas por discursos de preocupação com a destruição do planeta e colocam no Brasil a responsabilidade de arcar com uma dívida que, também e principalmente, é delas. Aqui, não se isenta, absolutamente, a obrigação e comprometimento de nosso país em  preservar a nossa exuberante natureza; no entanto, atribuir ao Brasil um ônus, que não cabe apenas a ele, extrapola os limites do bom-senso.

Quando o assunto é o povo, então, os sinônimos a ele atribuídos são, na maioria das vezes, pejorativos e desrespeitosos. Esquecem-se os “juízes da humanidade” de salientar as valiosas contribuições de homens e mulheres brasileiros, em todos os âmbitos, seja na ciência, na medicina, na cultura, na música, nos esportes, na política, no engajamento de jovens em ações sociais, humanitárias, culturais, para citarmos apenas alguns... porém, o que se destacam são as atitudes inadequadas de muitos, que não representam os verdadeiros brasileiros: éticos, capazes, trabalhadores, inteligentes, honestos, sofridos, por que não?, sempre em busca do melhor para si e para seu país e não desistem... a despeito de todas as vibrações negativas pairando sobre suas cabeças.

Era uma vez um país... era uma vez um tesouro com muito ainda a ser lapidado, mas muito a oferecer... era uma vez o Brasil.