Na
infância, saímos do peito da mamãe e fomos pra mamadeira, depois para o
copinho. A mamãe comemorou a evolução, pois o seu bebê estava crescendo. As
roupinhas ficaram para trás e os brinquedos também. Na escola, muitos amigos
mudaram. Nem sempre foi fácil, mas foi como tinha que ser. Nos moldamos junto
com as mudanças que a vida trouxe e, assim, crescemos.
Note
como as trocas e substituições, mesmo doloridas ou a contra gosto, foram
trazendo evolução e crescimento a sua vida.
Está
no nosso DNA o ímpeto de desapegar e se transformar. Foi graças a ele que o ser
humano se desenvolveu de homens das cavernas a homem moderno.
Para
nós, mulheres, ser maleável às transformações deveria ser mais natural, pois
temos a natureza da ciclicidade, da fertilidade e da criação.
Para
nós, a mudança se torna sofrida quando estamos numa postura mental rígida,
fruto da disputa interna e externa com os homens.
Toda
postura que contraria o movimento intrínseco da transformação gera dor e
estagnação e nós, mulheres, sentimos isso numa proporção maior em nosso corpo físico
e emocional por meio de enxaquecas, dores tensionais, cistos e problemas
uterinos.
A
cura começa com perguntas... questionamentos que nos tiram do "piloto
automático", dos apegos e nos levam para O Mais, ou seja, para uma visão
mais ampla que provoca transformações.
Reflita:
quais áreas da sua vida estão apertadas pra você? O que ou quais hábitos você
precisa substituir? De quem ou do quê
você ficaria mais leve se desapegasse? Quais transformações deixaram o seu
viver mais leve?