Estamos
em um momento em nosso País onde há uma importante decisão a ser tomada, uma
decisão que é coletiva e que vai definir como seremos governados nos próximos
anos.
Em
nossa vida pessoal, todos os dias nos deparamos com situações em que precisamos
nos decidir.
Como
saber qual a melhor decisão diante de tantas informações controvérsias? Como
ter certeza sobre o que é melhor?
Em
Colossenses 3:15 está registrado “seja a paz de Cristo o árbitro em vosso
coração.”
Nossas
decisões geram impactos a médio e longo prazo, mas sempre trarão consequências,
por isso, é importante ponderar e buscar em Deus a resposta.
Um
pequeno leme distorcido pode alterar o destino de um grande navio. Uma decisão
por menos importante que pareça pode mudar completamente nossa vida.
Tenho
um primo que ainda bem jovem acordou atrasado para se apresentar na academia
militar e decidiu pegar a estrada em alta velocidade para ganhar o tempo que
havia perdido. O carro capotou e ele ficou tetraplégico. Um telefonema
informando sobre o atraso certamente teria resolvido a questão, mas a decisão
foi outra e com isso, a vida dele foi completamente modificada.
Nossos
olhos veem o agora, mas Deus já está no futuro e Ele não tem prazer no
sofrimento de ninguém, se pararmos um pouco para ouvi-lo, podemos obter a
resposta.
Se
não sabe o que fazer, simplesmente não faça nada, até que uma direção clara
venha.
No
livro de I Reis 3:16-28, a Bíblia Sagrada relata uma história em que duas
mulheres que moravam na mesma casa deram à luz ao mesmo tempo, porém uma delas
ao dormir, sufocou seu bebê e ele morreu. Ao acordar ela trocou seu bebê com o
da outra mulher. E a outra ao acordar reconhece que aquele bebê morto não era o
dela. Diante da discussão, as mulheres foram até o Rei Salomão para que ele
julgasse o fato. Salomão pediu uma espada e propôs cortar o bebê ao meio, de
forma que cada mulher ficasse com uma metade. Salomão discerniu a impostora
porque ela concordou com essa proposta, enquanto que, a mãe verdadeira
implorava pra que a espada fosse embainhada e a criança ficasse viva, mesmo que
com a impostora.
Não
é momento de discussão, é momento de análise e reflexão para tomada de decisão.
As
informações necessárias estão expostas, é preciso analisar cuidadosamente, o
que já vivemos, o que estamos vivendo e, o que desejamos viver.
Termino
reproduzindo uma frase que ouvi em um vídeo nas redes sociais, onde um homem
contava sobre a história de evolução de sua família:
“Tempos
difíceis criam homens fortes;
Homens
fortes criam tempos fáceis;
Tempos
fáceis criam homens fracos;
Homens
fracos criam tempos difíceis.
Precisamos
criar guerreiros!”
Que
você tome as melhores decisões em sua vida e também para nossa nação!