O Treinamento Resistido (musculação) produz importantes benefícios na insuficiência cardíaca (Adson P. Alves, Ramiro B. Nunes, Giusepe P. Stefani, Pedro Dal Lago, 2014). Ele já tem sua eficiência e segurança bem documentadas nas doenças cardiovasculares em humanos.

No aspecto de prevenção, o Treinamento Resistido consegue induzir importante redução da inflamação basal que leva à degeneração vascular, visando, assim, a aterosclerose e todas as suas consequências.

O mecanismo envolvido e a produção de miosina pela contração muscular, substâncias anti-inflamatórias produzidos em qualquer tipo de exercício ou trabalho braçal.

Algumas evidências sugerem que o Treinamento Resistido seja a melhor intervenção para produção de miosina.

Com maior forca muscular as pessoas passam a recrutar menor numero de fibras e, com isso, realizam esforços com menores elevações de frequência cardíaca e de pressão arterial.

A segurança do Treinamento Resistido nas cardiopatias é grande, ao contrário dos exercícios aeróbicos.

No Treinamento Resistido, a frequência cardíaca é mais baixa (refletindo menor trabalho do miocárdio), a pressão arterial diastólica é mais alta (aumentando o fluxo coronariano) e a tensão da parede do miocárdio é menor, devido ao menor volume diastólico final (permitindo menor fluxo de sangue pelas coronárias durante o exercício).

Os autores acima citados concluem que o Treinamento Resistido (musculação), deve ser considerado como uma eficiência estratégica terapêutica em um programa de Reabilitações Cardíacas.

Fonte : I.E.